Das coisas que me deixam triste e me revoltam.Bom conceitos o que realmente significa ? pelo dicionário significa idéia,opinião,reputação e definição.
E pré (significa;antes),juntando pré-conceito significa uma opinião antecipada do que não se sabe uma estereotipação.
Mas tirando o lado de significados procurados em dicionários, vêm as atitudes as pessoas que são afetadas por tais atitudes.
Um exemplo de pré-conceito foi o meu,antes de tomar coragem e revelar minha orientação sexual pra minha família,eu ficava pré-conceituando atitudes que eles poderiam ter ao saber .E tudo que eu pensava acabou sendo totalmente diferente do que eu imaginava,tipo eles não ficaram super felizes mas aceitaram e respeitaram.Bom eles podem ter todos os defeitos do mundo mas em relação ah isso não.
Sabe por que?__Porque eles me amam, e os amo tbm (vjsc).
Mas é muito triste quando não é assim,minha namorada conto pra mãe dela ano passado,e ela nãoaceito e nem aceitara de jeito nenhum como ela fala.
E essa situação toda vem sendo um inferno.Não é tão mais fácil amar as pessoas do jeito que elas são,magoariam menos umas as outras.
by...k
segunda-feira, 24 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
ROCK’N’ROLL – COMO TUDO COMEÇOU
Como não poderia deixar de ser, a história do rock começa com um grito: o grito do negro, que veio para a América como escravo e influenciou a sociedade norte-americana com a sua musicalidade. Em fins de 1950, nos Estados Unidos, a chamada “geração silenciosa”, marcada pelo fim da Segunda Guerra Mundial, viu-se frente a um ritmo até então desconhecido, derivado da sonoridade de um povo marginalizado.
O primeiro grito negro cortou os céus americanos como uma espécie de sonar, talvez a única maneira de fazer o reconhecimento do ambiente novo e hostil que o cercava. À medida que o escravo afundava na cultura local - representada, no plano musical, pela tradição européia – o grito ia se alterando, assumia novas formas.(MUGGIATI, 1973, p. 8)
Antes de definir o rock, é preciso considerar o nascimento do blues - resultado da fusão entre a música negra e a européia. Este ritmo se encontra nas raízes musicais dos primeiros artistas de rock e sua denominação decorre da palavra “blue”, que em língua inglesa também significa “triste”, “melancólico”. Assim, essa nova música “doce-amarga” se transformou na principal base para a revolução sonora da década de 50.
No entanto, é preciso enfatizar que, além do grito negro e das notas melancólicas do blues, a dança e, principalmente o som das guitarras elétricas, foram fatores essenciais para a caracterização do rock. Neste ponto é que se encontra uma variação do blues: o rhythm and blues.
O ‘rhythm and blues’ é a vertente negra do Rock. É ali que vamos buscar, quase que exclusivamente (e só digo quase por espírito científico), as origens corpóreas do Rock. Reprimidos pela sociedade ‘wasp (white, anglo-saxon and protestant)’, a mão-de-obra negra, desde os tempos da escravidão, se refugiava na música (os blues) e na dança para dar vazão, pelo corpo, ao protesto que as vias convencionais não permitiam.
Caracterizado como uma versão mais agressiva do blues, o rhythm and blues se formou a partir da necessidade dos cantores em se fazer ouvir nos bares em que tocavam, já que os sons dos instrumentos elétricos exigiam um canto mais gritado (MUGGIATI, 1973). Ainda assim, para a consolidação da primeira forma do rock - o rock’n’roll - houve também a fusão com a música branca, a chamada country and western (música rural dos EUA). Chacon (1985) compara esse gênero ao blues, na medida em que representava o sofrimento dos pequenos camponeses, o lamento.
Os principais atingidos pela revolução sonora do rock’n’roll foram os jovens, inicialmente nos Estados Unidos e depois no mundo todo. Nos primeiros anos da década de 1950, estes jovens se encontravam em meio a disputas entre o capitalismo e o comunismo (a guerra da Coréia em 1950) e a uma valorização do consumismo, da modernização, fruto do progresso científico gerado no pós-guerra.
Nessa época, a tradicional sociedade norte-americana passou a ser contestada pelos jovens, os quais foram rotulados de rebeldes sem causa. Os filmes de Hollywood representavam a alienação jovem; o personagem de James Dean, no filme Juventude Transviada (1955), representava o comportamento adotado pela juventude: recusar o mundo sem no entanto chegar a uma visão crítica da realidade, divididos entre amor/pacifismo e violência/autodestruição. (MUGGIATI, 1973)
No entanto, mais do que o cinema, a música se firmou como o canalizador das idéias contestatórias dos jovens, frente à insatisfação com o sistema cultural, educacional e político. E o rock’n’roll era o ritmo que ditaria esse comportamento.
...a vibração negra, sua voz grave e rouca, sua sexualidade transparente e seu som pesado agora alimentado pela guitarra elétrica, tudo isso parecia bem mais atrativo a milhões de jovens, inicialmente americanos mas logo por todo o mundo, que pareciam procurar seu próprio estilo de vida. (CHACON, 1985, p. 25)
O rock’n’roll, afinal, surgiu na América como um movimento da contracultura, visto que suas primeiras manifestações eram contrárias aos valores até então veiculados: “(...) figuravam convites à dança e ao amor (não necessariamente ao casamento), descrições de carros e de garotas, histórias de colégio e dramas da adolescência...”(MUGGIATI, 1985, p. 19-20)
Em 1954, Bill Haley and his Comets, com a música (We´re Gonna) Rock around the clock, levou os jovens a ingressarem nesse novo ritmo – que no início era apenas um modismo - a partir da expressão contida no título da música, ou seja, dançando sem parar (around the clock). Esta música, que lançou Bill Haley para o sucesso mundial, também fez parte do filme Blackboard Jungle (Sementes de Violência).
A denominação deste novo gênero, que revolucionou a maneira de fazer e ouvir música a partir de 1950, veio de um disc-jockey norte-americano, Alan Freed, que se inspirou em um velho blues: My daddy he rocks me with a steady roll (Meu homem me embala com um balanço legal). Ele foi um personagem importante para os primeiros momentos do rock, já que passou a divulgar ‘festinhas de rock’n’roll após o programa de música clássica que mantinha em uma rádio em Ohio. Tudo começou quando foi convidado por um amigo a visitar uma loja de discos em que viu vários jovens dançando ao som de uma música que até então ele nunca havia parado para ouvir: o rhythm and blues. (MUGGIATI, 1973, p. 36)
O rock é muito mais do que um tipo de música: ele se tornou uma maneira de ser, uma ótica da realidade, uma forma de comportamento. O rock ´é´ e ´se define´ pelo seu público. Que, por não ser uniforme, por variar individual e coletivamente, exige do rock a mesma polimorfia (...)Mais polimorfo ainda porque seu mercado básico, o jovem, é dominado pelo sentimento da busca que dificulta o alcance ao porto da definição ( e da estagnação...) (CHACON, 1985, p. 18-19)
Assim, o ritmo dançante da música de Bill Haley contagiou os jovens e também levou muitos outros artistas a seguirem seus passos. Ele adaptou o ritmo do swing (ritmo dançante) ao som das guitarras elétricas e transformou (We´re Gonna)Rock around the clock no hino oficial do rock’n’roll. Depois de Haley, outros artistas da década de 50, como Chuck Berry, Little Richard, Buddy Holly e Jerry Lee Lewis também marcaram presença na história do rock’n’roll. A música do ex-trombadinha negro, Chuck Berry, foi inclusive inspiração para outros artistas que apareceram no cenário do rock anos mais tarde. Johnny B. Goode, de autoria de Berry, é até hoje ouvida e tocada por muitos amantes do rock em geral.
Um dos artistas mais importantes dos primeiros anos do rock’n’roll foi Elvis Presley. Como explica Chacon (1985), “só um símbolo sexual, devidamente municiado pelos melhores autores e ‘cantando e suando como um negro’ poderia transformar aquele modismo numa verdadeira revolução”. A sensualidade presente na voz rouca e na sua maneira de dançar, que transformaram Elvis numa superestrela do rock, tornou-o um exemplo clássico da influência negra sobre a sociedade branca norte-americana – aspectos para os quais Chacon (1985) chama a atenção. Além disso, sua história também tem pontos em comum com a de outros artistas: vidas atribuladas, envolvimento com drogas, relacionamentos desfeitos e um triste fim. Estes foram também alguns dos ingredientes das vidas de Jerry Lee Lewis, que teve muitos problemas com bebida e se casou várias vezes ou de Buddy Holly, que morreu ainda jovem em um desastre de avião.
O envolvimento com drogas e a vida atribulada dos artistas de rock ficaram marcados como algumas das características do gênero; a vida dos artistas citados acima demonstra que isso começou ainda nos primórdios do rock’n’roll.
Retirada do site : http://www.clubrock.com.br/news/historiadorock.htm
Como não poderia deixar de ser, a história do rock começa com um grito: o grito do negro, que veio para a América como escravo e influenciou a sociedade norte-americana com a sua musicalidade. Em fins de 1950, nos Estados Unidos, a chamada “geração silenciosa”, marcada pelo fim da Segunda Guerra Mundial, viu-se frente a um ritmo até então desconhecido, derivado da sonoridade de um povo marginalizado.
O primeiro grito negro cortou os céus americanos como uma espécie de sonar, talvez a única maneira de fazer o reconhecimento do ambiente novo e hostil que o cercava. À medida que o escravo afundava na cultura local - representada, no plano musical, pela tradição européia – o grito ia se alterando, assumia novas formas.(MUGGIATI, 1973, p. 8)
Antes de definir o rock, é preciso considerar o nascimento do blues - resultado da fusão entre a música negra e a européia. Este ritmo se encontra nas raízes musicais dos primeiros artistas de rock e sua denominação decorre da palavra “blue”, que em língua inglesa também significa “triste”, “melancólico”. Assim, essa nova música “doce-amarga” se transformou na principal base para a revolução sonora da década de 50.
No entanto, é preciso enfatizar que, além do grito negro e das notas melancólicas do blues, a dança e, principalmente o som das guitarras elétricas, foram fatores essenciais para a caracterização do rock. Neste ponto é que se encontra uma variação do blues: o rhythm and blues.
O ‘rhythm and blues’ é a vertente negra do Rock. É ali que vamos buscar, quase que exclusivamente (e só digo quase por espírito científico), as origens corpóreas do Rock. Reprimidos pela sociedade ‘wasp (white, anglo-saxon and protestant)’, a mão-de-obra negra, desde os tempos da escravidão, se refugiava na música (os blues) e na dança para dar vazão, pelo corpo, ao protesto que as vias convencionais não permitiam.
Caracterizado como uma versão mais agressiva do blues, o rhythm and blues se formou a partir da necessidade dos cantores em se fazer ouvir nos bares em que tocavam, já que os sons dos instrumentos elétricos exigiam um canto mais gritado (MUGGIATI, 1973). Ainda assim, para a consolidação da primeira forma do rock - o rock’n’roll - houve também a fusão com a música branca, a chamada country and western (música rural dos EUA). Chacon (1985) compara esse gênero ao blues, na medida em que representava o sofrimento dos pequenos camponeses, o lamento.
Os principais atingidos pela revolução sonora do rock’n’roll foram os jovens, inicialmente nos Estados Unidos e depois no mundo todo. Nos primeiros anos da década de 1950, estes jovens se encontravam em meio a disputas entre o capitalismo e o comunismo (a guerra da Coréia em 1950) e a uma valorização do consumismo, da modernização, fruto do progresso científico gerado no pós-guerra.
Nessa época, a tradicional sociedade norte-americana passou a ser contestada pelos jovens, os quais foram rotulados de rebeldes sem causa. Os filmes de Hollywood representavam a alienação jovem; o personagem de James Dean, no filme Juventude Transviada (1955), representava o comportamento adotado pela juventude: recusar o mundo sem no entanto chegar a uma visão crítica da realidade, divididos entre amor/pacifismo e violência/autodestruição. (MUGGIATI, 1973)
No entanto, mais do que o cinema, a música se firmou como o canalizador das idéias contestatórias dos jovens, frente à insatisfação com o sistema cultural, educacional e político. E o rock’n’roll era o ritmo que ditaria esse comportamento.
...a vibração negra, sua voz grave e rouca, sua sexualidade transparente e seu som pesado agora alimentado pela guitarra elétrica, tudo isso parecia bem mais atrativo a milhões de jovens, inicialmente americanos mas logo por todo o mundo, que pareciam procurar seu próprio estilo de vida. (CHACON, 1985, p. 25)
O rock’n’roll, afinal, surgiu na América como um movimento da contracultura, visto que suas primeiras manifestações eram contrárias aos valores até então veiculados: “(...) figuravam convites à dança e ao amor (não necessariamente ao casamento), descrições de carros e de garotas, histórias de colégio e dramas da adolescência...”(MUGGIATI, 1985, p. 19-20)
Em 1954, Bill Haley and his Comets, com a música (We´re Gonna) Rock around the clock, levou os jovens a ingressarem nesse novo ritmo – que no início era apenas um modismo - a partir da expressão contida no título da música, ou seja, dançando sem parar (around the clock). Esta música, que lançou Bill Haley para o sucesso mundial, também fez parte do filme Blackboard Jungle (Sementes de Violência).
A denominação deste novo gênero, que revolucionou a maneira de fazer e ouvir música a partir de 1950, veio de um disc-jockey norte-americano, Alan Freed, que se inspirou em um velho blues: My daddy he rocks me with a steady roll (Meu homem me embala com um balanço legal). Ele foi um personagem importante para os primeiros momentos do rock, já que passou a divulgar ‘festinhas de rock’n’roll após o programa de música clássica que mantinha em uma rádio em Ohio. Tudo começou quando foi convidado por um amigo a visitar uma loja de discos em que viu vários jovens dançando ao som de uma música que até então ele nunca havia parado para ouvir: o rhythm and blues. (MUGGIATI, 1973, p. 36)
O rock é muito mais do que um tipo de música: ele se tornou uma maneira de ser, uma ótica da realidade, uma forma de comportamento. O rock ´é´ e ´se define´ pelo seu público. Que, por não ser uniforme, por variar individual e coletivamente, exige do rock a mesma polimorfia (...)Mais polimorfo ainda porque seu mercado básico, o jovem, é dominado pelo sentimento da busca que dificulta o alcance ao porto da definição ( e da estagnação...) (CHACON, 1985, p. 18-19)
Assim, o ritmo dançante da música de Bill Haley contagiou os jovens e também levou muitos outros artistas a seguirem seus passos. Ele adaptou o ritmo do swing (ritmo dançante) ao som das guitarras elétricas e transformou (We´re Gonna)Rock around the clock no hino oficial do rock’n’roll. Depois de Haley, outros artistas da década de 50, como Chuck Berry, Little Richard, Buddy Holly e Jerry Lee Lewis também marcaram presença na história do rock’n’roll. A música do ex-trombadinha negro, Chuck Berry, foi inclusive inspiração para outros artistas que apareceram no cenário do rock anos mais tarde. Johnny B. Goode, de autoria de Berry, é até hoje ouvida e tocada por muitos amantes do rock em geral.
Um dos artistas mais importantes dos primeiros anos do rock’n’roll foi Elvis Presley. Como explica Chacon (1985), “só um símbolo sexual, devidamente municiado pelos melhores autores e ‘cantando e suando como um negro’ poderia transformar aquele modismo numa verdadeira revolução”. A sensualidade presente na voz rouca e na sua maneira de dançar, que transformaram Elvis numa superestrela do rock, tornou-o um exemplo clássico da influência negra sobre a sociedade branca norte-americana – aspectos para os quais Chacon (1985) chama a atenção. Além disso, sua história também tem pontos em comum com a de outros artistas: vidas atribuladas, envolvimento com drogas, relacionamentos desfeitos e um triste fim. Estes foram também alguns dos ingredientes das vidas de Jerry Lee Lewis, que teve muitos problemas com bebida e se casou várias vezes ou de Buddy Holly, que morreu ainda jovem em um desastre de avião.
O envolvimento com drogas e a vida atribulada dos artistas de rock ficaram marcados como algumas das características do gênero; a vida dos artistas citados acima demonstra que isso começou ainda nos primórdios do rock’n’roll.
Retirada do site : http://www.clubrock.com.br/news/historiadorock.htm
"Eu amo Rock And Roll"
Eu o vi dançando ali perto do aparelho de som
Eu sabia que ele deveria ter uns dezessete anos
A batida estava ficando mais forte
Tocando minha música favorita
E eu poderia prever que não iria demorar
até ele estar comigo, yeah comigo
E eu poderia prever que não iria demorar
até ele estar comigo, yeah comigo
Refrão:
Eu amo rock and roll
Então bote outra moeda na jukebox, baby
Eu amo rock and roll
Então venha, fique à vontade e dance comigo
Ele sorriu, então eu me levantei e perguntei o seu nome
"Isso não importa", ele disse,
porque é tudo a mesma coisa
Eu disse "posso te levar para casa onde podemos ficar sozinhos?"
E depois nós estávamos seguindo em frente
Ele estava comigo, yeah, comigo
Depois nós estávamos seguindo em frente
Ele estava comigo, yeah, comigo, cantando
Refrão
Depois nós estávamos seguindo em frente
Ele estava comigo, yeah
E nós seguiremos em frente
E cantando a mesma velha canção
Sim, comigo, cantando
Refrão
Eu o vi dançando ali perto do aparelho de som
Eu sabia que ele deveria ter uns dezessete anos
A batida estava ficando mais forte
Tocando minha música favorita
E eu poderia prever que não iria demorar
até ele estar comigo, yeah comigo
E eu poderia prever que não iria demorar
até ele estar comigo, yeah comigo
Refrão:
Eu amo rock and roll
Então bote outra moeda na jukebox, baby
Eu amo rock and roll
Então venha, fique à vontade e dance comigo
Ele sorriu, então eu me levantei e perguntei o seu nome
"Isso não importa", ele disse,
porque é tudo a mesma coisa
Eu disse "posso te levar para casa onde podemos ficar sozinhos?"
E depois nós estávamos seguindo em frente
Ele estava comigo, yeah, comigo
Depois nós estávamos seguindo em frente
Ele estava comigo, yeah, comigo, cantando
Refrão
Depois nós estávamos seguindo em frente
Ele estava comigo, yeah
E nós seguiremos em frente
E cantando a mesma velha canção
Sim, comigo, cantando
Refrão
sexta-feira, 7 de maio de 2010
PERFECT
é tão dificil quando nós esforçamos de todas as formas pra estar nos padrões tanto ser perfeito,mas nunca dara certo.É assim como essa musica do simple plan que eu me sinto em relação ao meu pai....
Ei pai, olhe para mim
Pense de novo e converse comigo
Eu cresci de acordo com seus planos ?
Você acha que eu estou perdendo meu tempo
fazendo as coisas que eu quero fazer ?
Mas dói quando você desaprova tudo
E agora eu dou duro para ser bem sucedido
Eu só quero te deixar orgulhoso
Eu nunca vou ser bom o bastante para você
Eu não posso fingir que eu estou bem
E você não pode me mudar
Porque nós perdemos tudo que temos
Nada dura pra sempre
Desculpe,
eu não posso ser perfeito
Agora é tarde demais,
e nós não podemos voltar atrás
Desculpe-me
eu não posso ser perfeito
Eu tento não pensar
Sobre a dor que eu sinto por dentro
Você sabia que era meu herói ?!
Todos os dias que você passou comigo
Agora parecem tão distantes
E parece que você não se importa mais
E agora eu dou duro para ser bem sucedido
Eu só quero te deixar orgulhoso
Eu nunca vou ser bom o bastante para você
Eu não posso suportar outra briga
E nada está bem
Refrão
Nada vai mudar as coisas que você disse
Nada vai fazer isto ficar bem de novo
Por favor, não vire as costas
Não consigo acreditar que é difícil
só falar com você
Mas você não entende
Ei pai, olhe para mim
Pense de novo e converse comigo
Eu cresci de acordo com seus planos ?
Você acha que eu estou perdendo meu tempo
fazendo as coisas que eu quero fazer ?
Mas dói quando você desaprova tudo
E agora eu dou duro para ser bem sucedido
Eu só quero te deixar orgulhoso
Eu nunca vou ser bom o bastante para você
Eu não posso fingir que eu estou bem
E você não pode me mudar
Porque nós perdemos tudo que temos
Nada dura pra sempre
Desculpe,
eu não posso ser perfeito
Agora é tarde demais,
e nós não podemos voltar atrás
Desculpe-me
eu não posso ser perfeito
Eu tento não pensar
Sobre a dor que eu sinto por dentro
Você sabia que era meu herói ?!
Todos os dias que você passou comigo
Agora parecem tão distantes
E parece que você não se importa mais
E agora eu dou duro para ser bem sucedido
Eu só quero te deixar orgulhoso
Eu nunca vou ser bom o bastante para você
Eu não posso suportar outra briga
E nada está bem
Refrão
Nada vai mudar as coisas que você disse
Nada vai fazer isto ficar bem de novo
Por favor, não vire as costas
Não consigo acreditar que é difícil
só falar com você
Mas você não entende
quinta-feira, 6 de maio de 2010
[Cherry Bomb]
Não consigo ficar em casa, não consigo ficar na escola
Todos dizem que sou apenas uma tola
Na rua, sou uma garota normal
Sou a garota por quem você tem esperado
Alô papai, alô mamãe
Sou uma cherry bomb
Alô mundo, sou uma garota selvagem
Sou uma cherry bomb
Tenho uma coisa para nós fazermos
Vamos lá, baby, deixe aproximar-me de você
Noites ruins fazem adolescentes tristes
Levante-se agora, porque você não tem nada a perder
Alô papai, alô mamãe
Sou uma cherry bomb
Alô mundo, sou uma garota selvagem
Sou uma cherry bomb
Ei garoto da rua qual é o seu estilo
Seus sonhos impossíveis não farão você sorrir
Darei algo pra você procurar
Sou a garota que você tem esperado
Alô papai, alô mamãe
Sou uma cherry bomb
Alô mundo, sou uma garota selvagem
Sou uma cherry bomb
Alô papai, alô mamãe
Sou uma cherry bomb
Alô mundo, sou uma garota selvagem
Sou uma cherry bomb
Alô papai, alô mamãe
Cherry bomb, cherry bomb
Alô mundo, sou sua garota selvagem
Cherry bomb Cherry bomb Cherry bomb Cherry bomb Cherry bomb
*Cherry bomb = bombinha redonda, vermelha, que quando explode faz bastante barulho
Não consigo ficar em casa, não consigo ficar na escola
Todos dizem que sou apenas uma tola
Na rua, sou uma garota normal
Sou a garota por quem você tem esperado
Alô papai, alô mamãe
Sou uma cherry bomb
Alô mundo, sou uma garota selvagem
Sou uma cherry bomb
Tenho uma coisa para nós fazermos
Vamos lá, baby, deixe aproximar-me de você
Noites ruins fazem adolescentes tristes
Levante-se agora, porque você não tem nada a perder
Alô papai, alô mamãe
Sou uma cherry bomb
Alô mundo, sou uma garota selvagem
Sou uma cherry bomb
Ei garoto da rua qual é o seu estilo
Seus sonhos impossíveis não farão você sorrir
Darei algo pra você procurar
Sou a garota que você tem esperado
Alô papai, alô mamãe
Sou uma cherry bomb
Alô mundo, sou uma garota selvagem
Sou uma cherry bomb
Alô papai, alô mamãe
Sou uma cherry bomb
Alô mundo, sou uma garota selvagem
Sou uma cherry bomb
Alô papai, alô mamãe
Cherry bomb, cherry bomb
Alô mundo, sou sua garota selvagem
Cherry bomb Cherry bomb Cherry bomb Cherry bomb Cherry bomb
*Cherry bomb = bombinha redonda, vermelha, que quando explode faz bastante barulho
Tantas pessoas falam que amam outras,mas essas palavras em suas bocas ficam tão vazias como seus verdadeiros sentimentos.
O amor de verdade ás vezes parece tão distante,mas quando encontramos aquela pessoa que faz nosso coração acelera cada vez que se aproxima,aquela pessoa que faz você suar frio.Percebemos que as coisas ruins e as difículdades são tão pequenas perto do"amor".
O amor de verdade ás vezes parece tão distante,mas quando encontramos aquela pessoa que faz nosso coração acelera cada vez que se aproxima,aquela pessoa que faz você suar frio.Percebemos que as coisas ruins e as difículdades são tão pequenas perto do"amor".
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